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Mamoplastia de Aumento

Popularmente conhecida como implante de silicone mamário, este procedimento cirúrgico promove o aumento das mamas através da inclusão de modernos implantes de gel de silicone altamente coesivo e com cobertura texturizada ou de poliuretano. É uma das cirurgias plásticas mais realizadas no Brasil e no mundo, tendo excelentes resultados com índice de satisfação próximo de 100%.

Indicação:


Devemos respeitar a idade mínima de 16 anos (geralmente após o desenvolvimento completo das mamas) e 6 meses após o término da lactação. Temos algumas indicações médicas específicas:

  • Amastia (ausência congênita das mamas)
  • Hipomastia (volume diminuído das mamas)
  • Assimetrias (uma mama é muito menor que a outra)
  • Nos casos de mamas de volume “normal”, quando há o desejo de aumento volumétrico das mamas
  • Nas reconstruções mamárias para correção de um defeito morfológico deixado pela ressecção de cirurgia anterior. As mamoplastia estéticas podem ser realizadas a partir do completo desenvolvimento das mamas. Desse modo, a partir dos 14 a 15 anos de idade, desde que o desenvolvimento mamário esteja completo, pode ser possível realizar a cirurgia, atendendo as necessidades estéticas. Ao considerarmos o período de lactação, recomendamos aguardar pelo menos seis meses após interrompê-la para programar a cirurgia.

A Cirurgia


É realizada em ambiente hospitalar.

Anestesia


Anestesia local com sedação, anestesia geral ou anestesia peridural, dependendo da avaliação de cada caso pela equipe cirúrgico- anestésica. Isso é discutido com a paciente, ponderando-se sobre todos os aspectos.

Duração da cirurgia


Em média de 90 minutos a 120 minutos. Dependendo do caso, existem detalhes que podem prolongar esse tempo, pois esta permanência envolve também o período de preparação anestésica e recuperação pós-operatória

Período de internação


Geralmente, de 12 a 24 horas.

Constituição das próteses


O material empregado na fabricação das próteses mamárias geralmente é o silicone, que é um tipo de polímero sintético, comprovadamente biocompatível. Esse produto faz parte da composição do revestimento da prótese, que também pode ser coberta por outros produtos, como o poliuretano. O conteúdo da prótese pode ser o silicone (atualmente de forma gelatinosa e coesiva), o soro fisiológico ou até mesmo alguns tipos de óleos.

Cada um destes produtos tem suas particularidades, mas, atualmente, o mais usado é o silicone. Este é um produto inerte e com elevada segurança, já que, devido à sua consistência coesiva, caso haja ruptura traumática da prótese, o gel de silicone não se dispersa, não impregnando os tecidos. Embora raro, pode ocorrer rejeição à prótese de silicone. Também, é muito importante a observação de que o silicone não foi associado a doenças degenerativas articulares ou ao câncer de mama em estudos. O que se relata é que a presença da prótese poderia dificultar a identificação de uma lesão mamária inicial. Porém, com o controle através de exames periódicos, como a mamografia, e o desenvolvimento de técnicas mais avançadas de avaliação, esses problemas são contornados. Converse com o seu cirurgião, esclarecendo todas as suas dúvidas e ponderando sobre as particularidades de cada caso.

Tamanho da prótese


O tamanho da prótese deve ser uma avaliação feita em conjunto entre médico e paciente. O ideal é adequar à expectativa do paciente à sua anatomia, possibilidades técnicas e estrutura corporal.

Vias de acesso e plano de colocação da prótese


O acesso para a colocação das próteses se faz por meio de incisões (futuras cicatrizes), cujas localizações mais frequentes, quando não há ptose (queda) mamária associada, são:

Inframamárias (no sulco mamário inferior)

A infra mamária, abaixo dos seios, certamente, é a mais usada. Esse tipo de incisão é realizado no sulco natural da mama e não danifica suas estruturas. Ela permite ao cirurgião melhores condições de visibilidade e controle do conjunto mama e implante de silicone, importante para a simetria.

Periareolares (no contorno da aréola)

Realizada no contorno da aréola, deixa a cicatriz quase imperceptível. Essa técnica não é possível em casos de implantes de grandes volumes e aréolas muito pequenas, podendo interferir na amamentação, pois há corte de alguns ductos mamários.

Axilares

A incisão é feita na axila, tornando a cicatriz quase imperceptível. Não deixa nenhum tipo de marca na mama, nem interfere na amamentação. Essa técnica exige um grau de especialidade maior do cirurgião, pois ele tem menor controle do posicionamento da prótese, aumentando o risco de assimetria.

Obs: Nos casos em que háflacidez e ptose (queda) mamária, para que se remodele e reposicione superiormente os tecidos mamários, podem ser necessárias outras incisões, pelas quais a prótese pode ser introduzida.

Posicionamento das próteses


Com relação ao posicionamento, via de regra as próteses são colocadas abaixo ou acima do músculo peitoral, cada tipo tendo seus prós e contras e indicações especificas:

Submuscular: A prótese é colocada sob o músculo apresenta particularidades e indicações como:

  • As mamas ficam com aspecto mais natural.
  • Menor probabilidade de os seios parecerem caídos.
  • Ficam menos “juntinhos”.
  • A cirurgia é mais demorada, complexa e o pós-operatório mais dolorido e demorado.
  • Indicado em pacientes muito magras.
  • Indicado para incisões axilares.
  • Indicado quando há histórico familiar de tumor de mama.
  • Indicado na reconstrução mamária.

Subglandular: A prótese é colocada sob o tecido mamário e acima do músculo. Apresenta particularidades e indicações como:

  • A cirurgia é menos demorada.
  • O pós-operatório é mais tranquilo.
  • Os seios ficam mais “juntinhos”.
  • Os seios ficam mais arredondados.
  • Os seios ficam menos caídos.
  • Maior probabilidade de apresentar estrias.
  • O silicone fica mais aparente.
  • Maiores casos de contratura.
  • Diminuição da sensibilidade da glândula.
  • Indicado para pacientes que desejam próteses menos volumosas.
  • Indicado em casos de mamas tuberosas.

Pós-operatório


Evolução pós-operatória

Felizmente, esta cirurgia permite-nos posicionar as cicatrizes bastante disfarçadas, o que é muito conveniente nos primeiros meses. Para melhor esclarecê-la sobre a evolução cicatricial, vamos relatar os diversos períodos pelos quais as cicatrizes passarão:

Período Imediato:

Até o 30º dia e apresenta-se com aspecto excelente e pouco visível. Alguns casos apresentam discreta reação aos pontos ou ao curativo.

Período Mediato:

Vai do 30º dia até o 12º mês. Neste período haverá espessamento natural da cicatriz, bem como mudança na tonalidade de sua cor, passando de “vermelho” para o “marrom”, vai, aos poucos, clareando. Este período, o menos favorável da evolução cicatricial, é o onde mais preocupa as pacientes. Como não podemos apressar o processo natural da cicatrização, recomendamos às pacientes onde não se preocupem, pois, o período tardio se encarregará de diminuir os vestígios cicatriciais.

Período Tardio:

Vai do 12º ao 18º mês. Neste período, a cicatriz começa a tornar-se mais clara e menos consistente atingindo o seu aspecto definitivo. Qualquer avaliação do resultado definitivo da cirurgia do abdome deverá ser feita após este período.


Recomendações gerais Pós-operatório Termo de consentimento

Perguntas Frequentes

Onde se localizam as cicatrizes?
Depende de onde é feita incisão. Elas podem ficar no sulco inferior da mama, na axila ou entre a aréola e o seio.
Ouvi dizer que algumas pacientes ficam com cicatrizes muito visíveis?
A cicatrização é um processo particular. Algumas pessoas têm tendências à queloides e problemas cicatriciais, mas, em grande parte dos casos essas intempéries podem ser previstas no pré-operatório.
Existe correção para as cicatrizes hipertróficas e queloides?
Existem cirurgias e tratamentos que melhoram a estética das cicatrizes, deixando muito menos visíveis. Mas é outro procedimento e sua viabilidade deve ser discutida com o médico para que não sejam criadas falsas expectativas.
Como ficarão minhas novas mamas, em relação ao tamanho e consistência?
A consistência e a forma serão melhoradas, e o volume ficará mais harmônico. Grande parte dos resultados estão ligados às escolhas pré-operatórias, como forma, tipo, consistência e tamanho da prótese.
Em quanto tempo atingirei o resultado definitivo?
Apesar do resultado imediato ser muito bom, somente após um período de 12 a 18 meses elas atingiram sua forma definitiva.
No caso de nova gravidez, o resultado permanecerá ou ficará prejudicado?
Em geral não há problemas com gravidez posterior. No entanto, esse assunto deve ser discutido com seu ginecologista. De fato, é preciso controlar o peso durante a gestação para que não haja alterações no resultado.
O pós-operatório desta cirurgia é doloroso?
O pós-operatório da mamoplastia de aumente não costuma ser doloroso. Contudo essa evolução depende de diversos fatores. O importante é seguir as orientações médicas e não se automedicar.
Há perigo nesta operação?
Raramente a cirurgia plástica de aumento mamário determina sérias complicações. Isto se deve ao fato de se preparar convenientemente cada paciente, além de ponderarmos sobre a conveniência ou não da utilização das próteses de silicone, assim como sobre suas eventuais complicações.
Qual o tipo da anestesia utilizada?
Anestesia geral; peridural ou local; dependendo do caso.
Quanto tempo dura o ato cirúrgico?
Em média de 90 minutos até 120 minutos
Qual o período de internação?
De 12 a 24 horas.
São utilizados curativos?
Sim. Curativos elásticos e modelantes, especialmentea cada tipo de mama. São trocados diariamente pela própria paciente, após liberação do cirurgião.
Quando são retirados os pontos?
Após o 8º dia pós-operatório.
Quando poderei tomar banho completo?
Geralmente após o 3º dia da operação. Tudo irá depender da evolução da sua cirurgia e do tipo de curativos.
Quando poderei retornar aos meus exercícios?
Os exercícios de membros inferiores, poderão ser reiniciados entre 10 a 15 dias, de maneira leve e gradual. Exercícios que envolvam o tórax devem ser evitados por pelo menos 45 dias
Que vem a ser o endurecimento das mamas (retração da cápsula)?
Nosso corpo cria uma capsula fibrosa em volta de qualquer corpo estranho. Em alguns casos existe uma retração exagerada da cápsula fibrosa em torno da prótese, causando certo grau de endurecimento à região quando palpada e, em alguns casos, dor. Nesses casos as próteses devem ser retiradas através das mesmas cicatrizes.

Em caso de utilização de próteses infláveis, casos raros de esvaziamentos podem acontecer. Esses casos serão sujeitos a reavaliação.

Não cabe ao cirurgião qualquer responsabilidade em gastos futuros com intervenções que porventura sejam necessárias, decorrentes de retrações capsulares, endurecimento das mamas, rupturas tardias das próteses ou seu eventual esvaziamento.
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